24 março 2011

Telescópios americanos fotografam nebulosa quadrada

Nebulosa quadrada
Foto: James Lloyd/Peter Tuthill/Efe/Nasa
A foto, que foi divulgada ontem (quarta-feira, 23) pela Nasa (agência espacial americana), foi feita pelos telescópios espaciais Hale, na Califórnia, e Keck-2, no Havaí.

Com base em evidências científicas, os pesquisadores especulam que a MWC 922 pode se transformar, um dia, em uma supernova.

Uma das hipóteses diz que uma estrela, ou um conjunto de estrelas, que está no centro do sistema estelar expele cones de gases durante a fase final de desenvolvimento, originando esse peculiar feitio.

Ninguém sabe realmente dizer como uma nebulosa toma a forma de um quadrado, mas esse é justamente o caso da MWC 922.

Fonte: Folha.com

26 novembro 2010

Listra que "sumiu" de Júpiter começa a reaparecer

Uma das características listras marrom-escuras (para alguns, vermelhas) de Júpiter – que astrônomos amadores notaram ter passado de marrom para branco – parece que está recuperando sua cor original.
Foto mostra "tempestade" no Cinturão Equatorial Sul de Júpiter; detalhe revela
que a listra está ficando escura novamente depois ter ficado esbranquiçada
(Foto: JPL/Universidade de Oxford/Berkeley/Observatório Gemini)
Nesta quinta-feira (25), astrônomos anunciaram ter observado as primeiras imagens – como a foto desta reportagem – do reaparecimento da listra sumida.

Conhecida como Cinturão Equatorial Sul (SEB, na sigla em ingles), a listra fica na parte ao sul da linha do equador do planeta e pode ser vista por telescópios amadores. Geralmente, é marrom, mas no último outono, ela sumiu – para alguns deles, ficou branca.

No começo de novembro do ano passado, o astrônomo amador filipino Christopher Go, notou uma mancha brilhante no cinturão, que estava com uma aparência fora do comum (esbranquiçado), fenômeno que os astrônomos apelidaram de “tempestade” em Júpiter.

Essa mancha fez com que astrônomos amadores e profissionais de todo o mundo apontassem seus telescópios para Júpiter. Depois de várias observações com os telescópios Keck (de dez metros), Gemini (de oito metros) e infravermelho da Nasa – todos os três localizados no topo do vulcão Mauna Kea, no Havaí, nos Estados Unidos –, os cientistas agora dizem que a listra está reaparecendo aos poucos.

Segundo Glenn Norton, pesquisador do Laboratório de Jato Propulsão (JPL) da agência espacial americana, “o motivo por que Júpiter parece ter 'perdido' sua faixa – camuflando-se entre as faixas brancas que ficam em volta – é que os costumeiros ventos decantados (separação espontânea de um sólido num líquido ou de líquido em líquido por causa do repouso), que são secos e mantêm a região livre de nuvens, cessaram”.

- Uma das coisas que estávamos procurando por meio do infravermelho era a prova de que o material escuro que aparecia à luz visível foi realmente o começo da “limpeza” na camada de nuvens, e foi exatamente isso o que vimos.

A foto ao lado foi tirada no dia 18 de novembro pelo telescópio Gemini North. Ela combina imagens em azul, vermelho e amarelo em uma composição de cores falsa, que mostra claramente a tempestade no Cinturão Equatorial Sul de Júpiter. E a listra, que está branca desde o outono, agora parece estar se tornando escura de novo.

Fonte: R7.com

25 novembro 2010

Tripulação da ISS tira fotos de um dos campos vulcânicos árabes

Harrat Khaybar encontra-se na parte ocidental da península arábica e não só contém grandes extensões de areia e cascalho, mas campos de lava.

Segundo os cientistas, eles se originaram a partir de erupções que ocorreram nos últimos 5 milhões de anos ao longo de um "corredor" de ventilação que cortou a região de norte a sul. A última teria ocorrido entre 600 e 700 d.C.

A presença de cones no local, formadas por uma erupção de lava na presença de água, sugere que o clima era mais úmido durante alguns períodos de actividade vulcânica. Hoje, porém, o clima local é superárido com pouca ou nenhuma chuva anual e quase total ausência de vegetação.

A imagem foi tirada pela tripulação da Expedição 16 a bordo da Estação Espacial Interrnational em março de 2008 e foi divulgada no site da agência espacial norte-americana.
Região árabe Harrat Khaybar não só contém grandes extensões
 de areia e cascalho, mas extensos campos de lava (Foto: NASA)

Fonte: Folha.com

16 novembro 2010

Galáxia pode conter buraco negro mais jovem já registrado

Astrônomos da Nasa afirmaram na segunda-feira (15) ter descoberto o buraco negro mais jovem já registrado. Localizado na galáxia M100, o objeto provavelmente surgiu após a explosão de uma estrela com muita massa, fenômeno conhecido como supernova e que foi detectado por astrônomos na Terra em 1979. Teria, portanto, apenas 30 anos de existência, contados desde a detecção da explosão.

A idade diz respeito ao conhecimento do fenômeno a partir da Terra, já que o corpo está distante 50 milhões de anos-luz. Observações feitas com os telescópios Chandra e Spitzer, da Nasa, e do Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) permitiram a descoberta. A galáxia M110 está localizada na direção da constelação de Virgem, em um aglomerado de galáxias com o mesmo nome.

Imagem da galáxia M100, localizada a 50 milhões de anos-luz da Terra. A supernova SN 1979C
é indicada na parte inferior da foto, feita pelo Telesc  (Foto: Nasa / AFP Photo)
Catalogada como SN1979C, a explosão marcou o fim de uma estrela muito massiva, detectada por um astrônomo amador no final da década de 1970. Caso a interpretação agora dada pelos cientistas ao destino da supernova seja correta, o buraco negro teria se originado a partir dessa destruição, após os resquícios do grande astro formarem um objeto com grande densidade e dimensões pequenas.

Caso confirmada, a análise da supernova é válida aos estudiosos pois fornecerá dados sobre os estágios iniciais do nascimento de um buraco negro.

Buracos negros
Buracos negros são corpos muito densos, com dimensões menores que as dos planetas do Sistema Solar. São o estágio final da evolução de estrelas muito pesadas, algumas com milhares de vezes a massa do Sol, que duram apenas milhões de anos e explodem como supernovas.

No centro de cada buraco negro há um objeto sem dimensão e com densidade infinita conhecido como singularidade. Neste local nem mesmo a luz consegue ter velocidade suficiente para escapar. A região em volta de uma singularidade recebe o nome de buraco negro.

Toda informação desta região não consegue ser detectada de forma direta, uma vez que a velocidade da luz é o limite conhecido para o deslocamento de qualquer fenômeno.

Fonte: G1

11 novembro 2010

Avião de papel é lançado ao espaço e fotografa a Terra

Descida durou aproximadamente 90 minutos e as três
 minicâmeras conseguiram registrar imagens (Foto: Register/PARIS)
Uma equipe do Reino Unido formada por fãs de assuntos que envolvem o espaço resolveu lançar na atmosfera um avião de papel que durante sua viagem de volta, registrou belas imagens da Terra. O grupo construiu o avião a partir de folhas e pedaços de papel, equipou a pequena aeronave Vulture 1 com três minicâmeras e depois, prendeu em um balão de gás hélio.

Depois de subir pouco mais de 27 km, o balão explodiu, permitindo que o avião, de 90 cm de envergadura, retornasse à Terra em aproximadamente 90 minutos. Todo o percurso foi acompanhado pelos criadores Steve Daniels, Lester Haines e John Oates por meio de GPS (sistema de posicionamento global). O lançamento aconteceu em uma área remota que fica a cerca de 80 km de Madri, na Espanha, e o equipamento caiu a apenas 100 km de onde partiu em uma floresta. O avião estava praticamente intacto, com apenas um buraco em uma das asas.

Oates diz que ficou surpreso com a experiência, segundo o site britânico The Telegraph.

- Queríamos um projeto maluco, mas ficamos surpresos com o sucesso. Estamos encantados. Nunca pensei que iríamos encontrar o avião inteiro. Ele poderia ter ido parar em qualquer lugar em pedaços. Foi surpreendente encontrá-lo em uma região tão selvagem. Só havia um pequeno buraco na asa.

O projeto que lançou o avião de papel se chama PARIS (Paper Aircraft Released Into Space ou Avião de Papel Lançado ao Espaço, em português).

Os exploradores espaciais anônimos se empenharam no projeto para se divertir, ao custo do equivalente a pouco mais de R$ 22 mil (9.000 libras), pagos por uma empresa patrocinadora. As ações foram coordenadas pelos três homens, mas leitores do site de tecnologia The Register também puderam opinar sobre as fases do projeto.

Fonte: R7.com

09 novembro 2010

Astronautas da ISS fotografam delta do Nilo

O delta do rio Nilo, no nordeste da África, foi fotografado pela equipe da Expedição 24, que está atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

A foto foi tirada durante a noite e a iluminação permite identificar a capital do Egito, Cairo, que é mais brilhante. Tel Aviv, em Israel, também pode ser vista, à esquerda na foto, assim como a curvatura da Terra, na parte superior da imagem.

Desenho do rio é marcado por iluminação, mais forte na região de Cairo.
Curvatura da Terra também é notada em imagem feita pela Expedição 25.
(Foto: William L. Stefanov / Nasa-JSC)

16 setembro 2010

Concurso premia melhores fotos de astronomia

O Observatório Real de Greenwich, em Londres, anunciou nesta semana os vencedores do concurso Astronomy Photographer of the Year 2010, que premiou as melhores imagens ligadas à astronomia.

O grande vencedor do concurso foi o americano Tom Lowe, que recebeu o prêmio de mil libras (cerca de R$ 2.635) pela foto "Blazing Bristlecone", que mostra a Via Láctea atrás de um pinheiro de mais de 4 mil anos em Sierra Nevada, na Califórnia.

A foto vencedora, Blazing Bristlecone. (Foto: Tom Lowe)
"Essa linda imagem combina perfeitamente a impressionante vista do céu noturno com a vida aqui na Terra. Os pinheiros podem ser antigos, mas são bebês se comparados com as luzes das estrelas que brilham atrás deles, algumas das quais começaram sua viagem até nós há quase 30 mil anos", comenta um dos juizes do prêmio, o astrônomo Marek Kukula.

Outras duas dezenas de imagens receberam prêmios ou menções honrosas em seis categorias diferentes.

Entre os premiados estão um círculo perfeito formado por um eclipse solar, captado pelo indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de apenas 14 anos, uma imagem da nebulosa de Órion feita pelo americanor Rogelio Bernal Andreo e a passagem de raios solares em uma fenda numa rocha na praia californiana de Pfeiffer, retratada pelo americano Steve Christenson.

Este é o segundo ano que a competição, organizada pelo Observatório Real de Greenwich e pela revista Sky at Night, é realizada, Mais de 400 imagens, de fotógrafos de 25 países diferentes, foram enviadas.

As melhores imagens estão em exposição no Observatório Real de Greenwich, no sudeste de Londres, até fevereiro de 2011.

Mais informações sobre o concurso e a exposição podem ser conseguidas no site www.nmm.ac.uk/astrophoto.

Fonte: G1

15 setembro 2010

Júpiter mais brilhante é registrado em foto

O fotógrafo iraniano de 32 anos Babak Tafreshi registrou esta imagem especial de Júpiter. No mês de setembro, o planeta, em um ponto da órbita mais próximo da Terra, supera em brilho qualquer estrela.

Em setembro Júpiter passa mais perto da Terra e supera em brilho 
qualquer estrela visível (Foto: Babak A. Tafreshi www.twanight.org/tafreshi)
“Júpiter está fazendo sua passagem mais próxima do ano. E este ano a passagem é a mais próxima do período entre 1963 e 2022”, explica o editor da revista especializada Sky & Telescope, Robert Naeye.

Coincidentemente, Júpiter está também "passando quase em frente" a Urano, cinco vezes mais distante. Com telescópio ou binóculo, é possível ver Urano a apenas 1 grau de distância de Júpiter.

Fonte: G1

10 setembro 2010

Astrônomos filmam dois impactos sobre Júpiter

Impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908 (Foto: A. Wesley and M. Tachikawa via Nasa)

A Nasa, a agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (9) dois vídeos feitos por astrônomos amadores que mostram o impacto de objetos sobre Júpiter. Eles usaram equipamento relativamente simples para fazer o registro dos fenômenos, ocorridos em 3 de junho e 20 de agosto.

Segundo a agência, o australiano Anthony Wesley e o filipino Christopher Go são os primeiros a captar em vídeo o brilho resultante da desintegração dos corpos na atmosfera de Júpiter. Antes da dupla, os cientistas simplesmente não sabiam que choques tão pequenos podiam ser observados da Terra.

Assista aos vídeos

Astrônomos profissionais da Nasa e de outras instituições fizeram um acompanhamento das descobertas e reuniram informações detalhadas sobre os objetos. O primeiro tinha 8 a 13 metros de diâmetro e 500 a 2 mil toneladas, comparável ao asteroide 2010 RF12, que passou perto da Terra ontem. Os cientistas ainda analisam o segundo objeto, mas acreditam que ele tenha dimensões semelhantes.

O impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908. O meteoro explodiu cerca de 10 quilômetros antes de atingir a superfície da Terra, derrubando milhões de árvores.

Fonte: G1

09 setembro 2010

Sonda fotografa erupção na superfície solar

A sonda SDO (Solar Dynamics Observatory) fotografou uma grande erupção na superfície do Sol. O fenômeno causou a emissão de grande quantidade de radiação ultravioleta, mas a Terra não foi afetada. A missão da SDO, que teve início em fevereiro de 2010, permite o fornecimento contínuo de dados e de imagens da estrela. Os cientistas pretendem desvendar o funcionamento interno do astro e também de seu campo magnético.

O anel de fogo que aparece na imagem tem dezenas de milhões
de graus Celsius e se estende por milhares de quilômetros (Foto: SDO/EFE)
Os cientistas sabem que a atividade solar desempenha um papel significativo na temperatura terrestre ao interagir com campos magnéticos do nosso planeta e a atmosfera.

Recentemente, pesquisadores do Reino Unido relacionaram a baixa atividade solar aos invernos rigorosamente frios na Europa, mas os detalhes sobre esses dois fenômenos ainda não foram estudados.

No mês passado, a Nasa (agência espacial americana) divulgou imagem que mostra ondas de erupções magnéticas, ou "tsunamis" do Sol, ao redor da Terra no dia 1º de agosto. A captura foi feita pela sonda SDO.

O equipamento partiu da Flórida, nos Estados Unidos para uma missão de cinco anos que deverá custar o equivalente a R$ 1,46 bilhão. A sonda está em órbita a cerca de 32.000 km da Terra. Ela transporta A nave transporta três instrumentos com capacidade de registrar imagens de altíssima resolução do Sol a cada minuto.

Fonte: G1

06 setembro 2010

Fase final de nebulosa é fotografada pela Nasa

Como o combustível interno da estrela se esgotou, suas camadas são ejetadas e seu núcleo se resfria,
 sobrando apenas uma estrela anã de cor de branca. (Foto: Nasa, WFPC2, HST, R. Sahai and J. Trauger (JPL))
O telescópio Hubble, da Nasa (agência espacial americana), fotografou a fase final da vida de uma nebulosa que se parece com o Sol e se chama Ampulheta.

Como o combustível interno da estrela se esgotou, suas camadas são ejetadas e seu núcleo se resfria, sobrando apenas uma estrela anã de cor de branca.

A foto mostra anéis brilhantes e coloridos de gás. O vermelho representa o nitrogênio, o verde representa o hidrogênio e o oxigênio é mostrado pela cor azul.

A nitidez espetacular da imagem serve para estudar o mistério sobre a variedade de formas complexas e as simetrias das nebulosas planetárias.

Fonte: R7.com

28 agosto 2010

Mars Express faz nova foto da Orcus Patera

Orcus Patera tem 380 por 140 quilômetros (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum))
A agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira (27) uma nova foto de Orcus Patera, uma ‘cratera alongada’ de Marte. A formação de Orcus Patera continua sendo um mistério para os cientistas. A nova imagem traz a depressão, que tem 380 por 140 quilômetros, com clareza inédita.Os registros foram obtidos pelo orbitador Mars Express.

A explicação mais aceita é que Orcus Patera surgiu do impacto de um objeto que atingiu Marte obliquamente, em um ângulo inferior a 5 graus a partir da horizontal.

Fonte: G1

09 agosto 2010

Divulgada nova imagem com erupções solares

Uma nova imagem do Sol foi divulgada pela Nasa neste domingo (8). A foto mostra erupções magnéticas no Sol na última semana (as cores foram tratadas para facilitar a identificação das erupções). Desde 2001 o Sol não ficava tão ativo.

Uma erupção de plasma solar deve gerar aurora
boreal espetacular. (Foto: Nasa)

As erupções criam tempestades de partículas que atingem a Terra. Quando chegam, fazem brilhar o céu das regiões polares.

As erupções devem aumentar até 2013. O astro está acordando, após anos de calmaria quando a atividade solar segue um ciclo de cerca de 11 anos.

23 julho 2009

Foto de um suposto UFO em New York causa muita polêmica

Fonte: CUB

Descrição da testemunha:

Estava no Google Earth e decidi dar um zoom no bairro de um membro de nossa família quando vi um objeto entre dois edifícios. Quis ficar mais perto da imagem para decifrar o objeto e fiquei chocado com o que vi. A imagem mostra um OVNI.  Não sei como os satélites do Google Earth trabalhão. Se for um reflexo na lente gostaria de saber.


Vejam a foto:



Análise :

Trata-se de mais um caso de Lens Flare.

Lens Flare é a luz que se espalha pelos sistemas da lente por mecanismos de formação de imagens geralmente não desejadas, como reflexão interna e se espalhando por falta de homogeneidade do material na lente. Estes mecanismos diferem do mecanismo de formação da imagem planejada que depende da refração dos raios da imagem. Para bons sistemas ópticos e a maioria das imagens, Flare é um efeito secundário que é distribuído amplamente pela imagem e assim não é visível para quem tirou a foto. Mas quando uma imagem incluiu uma fonte muito luminosa, a Flare gerada por uma região de imagem luminosa pode ter bastante intensidade para ficar muito visível. A luz produzida por mecanismos Flare se sobrepõe amplamente pela imagem, enquanto acrescenta a luz em regiões de imagens escuras e contraste.


Lentes com grandes números de elementos como zooms tendem a exibir um maior Lens Flare, como eles contêm superfícies múltiplas que vão se espalhando internamente o não desejado acontece.

A distribuição de espaço do Flare na lente são tipicamente manifestos como vários starbursts, anéis, ou círculos seguidos pela imagem ou visão. Padrões de Flare na lente se esparramaram tipicamente e amplamente pela cena e local de mudança com o movimento da máquina fotográfica relativo às fontes luminosas, localizando com a posição clara e enfraquecendo quando a máquina fotográfica aponta para longe da luz intensa até que não causa nenhum Flare. A distribuição de espaço específico do Flare depende da forma da abertura dos elementos de formação da imagem. Por exemplo, se a lente tiver uma abertura de 6-bladed, o Flare pode ter um padrão hexagonal.

Se o flare se espalhar internamente também estará presente no olho humano, e manifestos em um clarão ocultando o não desejado mais óbvio ao ver luzes muito luminosas ou altamente refletivas nas superfícies (por exemplo, speculares). Em algumas situações, cílios podem criar também Flares como irregularidades, embora estes são tecnicamente artefatos de difração.

Quando uma fonte luminosa surge na lente, mas não em seu campo de visão, o Lens Flare aparece como uma neblina na imagem e reduz contraste. Isto pode ser evitado obscurecendo-se a lente (devido o propósito para o qual são projetados capuzes de lente). Em um estúdio, um globo ou jogo de portas de celeiro pode ser prendido à iluminação para impedir este efeito se refletir na máquina fotográfica. Lentes modernas usam camadas de lente para reduzir a quantia de reflexão e minimizar o Flare. 

 
© UFO Nordeste - Todos os direitos reservados Conecta WebDesign