21 fevereiro 2011

Partículas solares causam aurora boreal no céu da Noruega

Foto: Martial Trezzini/Efe
Um espetáculo que deixa o céu colorido iluminou o céu da vila de Ersfjordbotn, perto da cidade de Tromso, na Noruega. A aurora boreal ocorre pela interação entre correntes de partículas eletricamente carregadas emitidas pelo Sol e moléculas de gás existentes na atmosfera da Terra.

Quando as particulas solares estão perto da Terra, elas são atraídas pelo campo magnético do nosso planeta e se deslocam para os polos, onde se chocam com moléculas de regiões altas da atmosfera.

O processo faz com que seja emitida uma forte luz, que pode ser vista a olho nu. Quando o fenômeno acontece ao norte chama-se aurora boreal, quando ocorre ao sul chama-se aurora austral.

21 setembro 2010

Aurora boreal pode ser vista em site da CSA

As auroras boreais podem ser vistas em um site da agência espacial canadense (CSA, sigla em inglês).

As imagens não estão disponíveis em todas as horas do dia --são enviadas à noite--, mas há uma lista das dez melhores auroras captadas pela CSA e vídeos gravados durante a semana, entre outras informações.

O site é didático e ensina como ocorre o fenômeno criado a partir da colisão de partículas solares e da atmosfera, resultando em luzes, principalmente perto das regiões polares. No Canadá, ele ocorre entre agosto e maio.

"Esperamos que a dança de luzes celestiais os incite a descobrir os segredos do céu, da terra e da ciência, com base nas interações entre a Terra e nossa própria estrela, o Sol", disse o presidente da CSA, Steve MacLean.

Há ainda dicas para os melhores pontos de observação e de como fotografar a aurora, explicou MacLean.

Para ver o site, acesse aquihttp://www.asc-csa.gc.ca/eng/astronomy/auroramax/default.asp.

Site da agência espacial canadense fornece informações e
imagens sobre a aurora boreal (Foto: Martial Trezzini/Efe)
Fonte: Folha Online

09 setembro 2009

"Punch Hole Cloud" é fotografado na França

Fonte: CUB

Descrição da testemunha:

Às vezes as nuvens apresentam algumas formas curiosas.

Com um pouquinho de imaginação, alguém pode até acreditar que um disco voador estacionou no céu fazendo com que a nuvem obtivesse este formato.

Estas fotos foram tiradas em Agosto de 2008, a 7 km ao norte de Montargis em Loiret.
Cordialmente,

Anne-Marie Prieto

Vejam as fotos:


Análise de Jacky Kozan da Academia de Ufologia na Europa:

Este fenômeno ocorre porque uma corrente fria de ar que congela a água da nuvem faz com que esta água caia na Terra, formando este buraco de formato discoidal ou arredondado.

O nome deste fenômeno é: "Punch Hole Cloud". Ele é bem conhecido de todos nós.

Na França é na primeira vez que vejo este tipo de foto.

Vejam outras fotos deste fenômeno neste site.

26 agosto 2009

Raio sobe em direção ao Espaço

Fonte: Terra
 

O raio, com mais de 64 km de comprimento, foi fotografado durante estudo de Steven Cummer, da Duke University, na Carolina do Norte

Cientistas americanos capturaram a imagem de um raio com mais de 64 km de comprimento subindo de uma tempestade em direção ao espaço. A foto foi um golpe de sorte, já que a imagem durou apenas um segundo.

Esses eventos meteorológicos, subindo em direção às camadas inferiores do espaço, são vistos muito raramente e costumam ser chamados, em inglês, de gigantic jets, ou jatos gigantes, em tradução literal. Embora não ocorram toda vez que há um raio, tendem a ser muito mais longos do que os raios descendentes.

"Apesar de condições de visibilidade ruins resultantes de lua cheia e neblina na atmosfera, fomos capazes de capturar o jato gigante", disse o líder do estudo, Steven Cummer, da Duke University, na Carolina do Norte. O estudo de Cummers foi publicado esta semana na revista científica Nature Geoscience.

Revelações

Imagens de jatos gigantes só foram registradas cinco vezes desde 2001. A imagem do raio e as medidas do campo magnético obtidas pelos pesquisadores da Duke University estão permitindo que os cientistas tenham uma compreensão melhor desses raros eventos.

"Esta confirmação das descargas elétricas visíveis se estendendo a partir do topo da tempestade em direção à borda da ionosfera (região da atmosfera situada acima de 50 km de altitude) oferece importantes revelações sobre processos que ocorrem no circuito elétrico global da Terra", disse Brad Smull, diretor da National Science Foundation, entidade que financiou o estudo.

"Nossas medições mostram que jatos gigantes são capazes de transferir descargas elétricas significativas para as camadas inferiores da ionosfera", disse Cummer. "O que nos surpreendeu foi o tamanho do evento", acrescentou.

Segundo Cummer, as medições feitas por sua equipe sugerem que as descargas de eletricidade produzidas por raios descendentes e ascendentes sejam semelhantes. Entretanto, os jatos gigantes viajam mais longe e mais rápido do que os raios convencionais, porque o ar mais rarefeito entre as nuvens e a ionosfera oferece menor resistência. Os cientistas não sabem que condições meteorológicas ou tipos de tempestades favorecem a ocorrência de jatos gigantes.

Imagens raras


Especialistas têm dificuldade de obter imagens dos raios ascendentes porque, além de raros, têm duração tão curta que as câmeras precisam estar apontadas para eles no momento preciso em que ocorrem. Cummer capturou a imagem do jato gigante quase por acidente. Ele mantém uma câmera de vídeo apontada para o céu e programada para começar a filmar quando condições meteorológicas específicas ocorrem.

Simultaneamente, um outro aparelho mede constantemente emissões de rádio na mesma região para capturar eventos elétricos. Um sistema de navegação por satélite garante que todas as leituras dos aparelhos sejam sincronizadas. O equipamento, no entanto, tinha sido ajustado para fotografar um outro fenômeno.

Agora, o pesquisador planeja instalar uma câmera de luz baixa e alta velocidade para capturar imagens de jatos gigantes em cor, o que pode oferecer informações adicionais sobre os processos químicos e as temperaturas associadas ao fenômeno envolve.

 
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